segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Sucessão ecológica

Sucessões Primárias: correspondem às instalações dos seres vivos em um ambiente que nunca foi habitado. É, por exemplo, a sucessão que acontece numa rocha nua. Os organismos pioneiros são representados pelos liquens. Através de ácidos orgânicos, produzidos pelos liquens, a superfície da rocha vai sendo decomposta. A morte destes organismos, associada à decomposição da rocha, permite o aparecimento de outros vegetais, como os musgos. Estes, por sua vez, permitem, através de sua ação, o aparecimento de espécies maiores, como as bromélias e as gramíneas.

Sucessões Secundárias: aparecem em um meio que já foi aprovado, mas os seres vivos foram eliminados por modificações climáticas (glaciações, incêndios), geológicas (erosão) ou pela intervenção do homem. Uma sucessão secundária leva, muitas vezes, à formação de um disclímax, diferente do clímax que existia anteriormente.

Sucessões Destrutivas: são aquelas que não terminam em um clímax final. Nesse caso, as modificações são devidas a fatores bióticos, e o meio vai sendo destruído, pouco a pouco, por diferentes seres. É o que acontece com os cadáveres

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