segunda-feira, 14 de abril de 2008

Recursos naturais

Os recursos naturais são componentes, materiais ou não, da paisagem geográfica, mas que ainda não tenham sofrido importantes transformações pelo trabalho humano e cuja própria gênese é independente do Homem, mas aos quais lhes foram atribuídos, historicamente, valores econômicos, sociais e culturais. Portanto, só podem ser compreendidos a partir da relação homem-natureza.
O termo surgiu pela primeira vez na década 1970, por E.F. Schumacher no seu livro intitulado Small is Beautiful.
Nem todos os recursos que a natureza oferece ao ser humano podem ser aproveitados em seu estado natural. Quase sempre o ser humano precisa trabalhar para transformar os recursos naturais em bens capazes de satisfazer alguma necessidade humana. Os recursos hídricos, por exemplo, têm de ser armazenados e canalizados, quer para consumo humano direto, para irrigação, ou para geração de energia hidrelétrica.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Poluição



A poluição pode ser considerada a liberação de elementos, radiações, vibrações, ruídos e substâncias ou agentes contaminantes em um ambiente, prejudicando os ecossistemas biológicos ou os seres humanos.

Desflorestação


•A desflorestação ocorre devido, sobretudo, á agricultura, ás monoculturas florestais, á abertura de estradas, á exploração de minérios, á criação de novos aglomerados populacionais.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Teia alimentar


Teia ou rede alimentar é um conjunto de cadeias alimentares interconectadas, geralmente representado como um diagrama das relações entre os diversos organismos de um ecossistema. As teias alimentares, em comparação com as cadeias, apresentam situações mais perto da realidade, onde cada organismo se alimenta em vários níveis hierárquicos diferentes e produz uma complexa teia de interações alimentares. Todas as cadeias alimentares começam com um único organismo produtor, mas uma teia alimentar pode ter vários produtores. A complexidade de teias alimentares limita o número de níveis hierárquicos, assim como na cadeia. É dividido em Níveis tróficos e também Produtor e consumidores.

Sucessão ecológica

Sucessões Primárias: correspondem às instalações dos seres vivos em um ambiente que nunca foi habitado. É, por exemplo, a sucessão que acontece numa rocha nua. Os organismos pioneiros são representados pelos liquens. Através de ácidos orgânicos, produzidos pelos liquens, a superfície da rocha vai sendo decomposta. A morte destes organismos, associada à decomposição da rocha, permite o aparecimento de outros vegetais, como os musgos. Estes, por sua vez, permitem, através de sua ação, o aparecimento de espécies maiores, como as bromélias e as gramíneas.

Sucessões Secundárias: aparecem em um meio que já foi aprovado, mas os seres vivos foram eliminados por modificações climáticas (glaciações, incêndios), geológicas (erosão) ou pela intervenção do homem. Uma sucessão secundária leva, muitas vezes, à formação de um disclímax, diferente do clímax que existia anteriormente.

Sucessões Destrutivas: são aquelas que não terminam em um clímax final. Nesse caso, as modificações são devidas a fatores bióticos, e o meio vai sendo destruído, pouco a pouco, por diferentes seres. É o que acontece com os cadáveres